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sábado, 7 de novembro de 2009

Robert Englund






Robert Englund
60 anos, nascimento dia 6 de junho de 1949



Nome Verdadeiro: Robert Barton Englund


País de Nascimento: EUA


Profissão: Ator/Atriz


Filmografia no Confraria de Cinema: Freddy vs. Jason (2003) (Freddy Krueger), A Hora do Pesadelo 6 - A Morte de Freddy (1991) (Freddy Krueger), A Hora do Pesadelo (1984) (Freddy Krueger)




Altura: 1,78 m.


Nome do Pai: Kent McDonald


Nome da Mãe: Janis McDonald

Você deve estar se perguntando: Quem!?!? Pois é. Pelo nome apenas um seleto grupo de fãs saberá de quem estou falando, talvez a foto ainda dê uma ajuda, mas ainda assim é difícil. Tudo isso se deve ao fato de seu personagem mais famoso ter a cara totalmente deformada, o que obriga o ator a utilizar uma carregada maquiagem.
Robert Englund é Freddy Krueger, um dos mais emblemáticos personagens de terror de todos os tempos. Com chapéu de feltro e camisa listrada (idêntica a do Wally), Krueger é um assassino de crianças que foi queimado vivo por um grupo de indignados pais e que posteriormente volta a assombrar a Rua Elm, aparecendo nos sonhos das pessoas. E é isso que ele tem feito desde 1984, quando chegou aos cinemas o primeiro filme da série "A Hora do Pesadelo", que contava com o até então desconhecido Johnny Depp no elenco.
De 84 pra cá, Englund voltou ao personagem mais sete vezes, sendo seis em filmes da franquia e uma, especialíssima, em "Freddy vs. Jason", que, como o próprio nome já diz, é uma batalha entre seu personagem e Jason Voorhees, o assassino da franquia "Sexta-Feira 13". O filme foi um sucesso de bilheteria e é excelente, uma exceção aos "clássicos" do gênero nos anos 90 ("Pânico", "Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado", etc).
Morando em Malibu, numa mansão à beira da praia, onde passa a maior parte do tempo livre surfando e pescando, Robert ainda pode ser visto, sem maquiagem, em filmes como: "Lenda Urbana", "O Fantasma da Ópera" e "Dublê da Morte". Mas para a Confraria ele será eternamente Freddy Krueger.




quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Alpacino












Nome Completo:
Alfredo James Pacino

Natural de:
Nova York, EUA
Nascimento:
25 de Abril de 1940

Al Pacino é nativo de Nova Iorque. Estabeleceu sua carreira durante os anos 70 e se tornou ícone de filmes americanos. Tendo feito muitas peças acabou ganhando o Prêmio Tony por "Does the Tiger Wear a Necktie?". Seus filmes iniciais não foram de grande sucesso mas suas performances lhe renderam respeito, Ele fez um viciado em "Os Viciados" depois de ter estreado em "Me, Natalie" e em seguida sua vida mudou para sempre.Michael Corleone, interpretado por ele em "O Poderoso Chefão" lhe rendeu tudo de melhor para sua carreira, tirando o papel das mãos de vários grandes atores da época como: Robert Redford, Robert DeNiro, Warren Beaty e até Jack Nicholson. Apenas Coppola queria Pacino, todo o resto da produção preferia qualquer outro ator, mas o diretor via algo em Al Pacino. Ele atuou com medo de não alcançar as expectativas de Coppola durante todo o filme, mas o resultado não podia ter sido melhor, ele foi indicado ao seu primeiro Oscar de Ator Coadjuvante.Depois disso Pacino se enfiou em dramas maiores e mais difíceis como "Serpico" e "Um Dia de Cão" e foi indicado a três Oscars consecutivos de Melhor Ator. Ele deu uma vacilada com "Bobby Deerfield" mas ganhou de novo prestígio com "Justiça Para Todos", no qual ele recebeu outra indicação ao Oscar de Melhor Ator. Dois vacilos consecutivos após esta indicação o levaram a escolher outro papel de gangster e "Scarface" foi a solução que o levou de novo ao topo. Logo após tal feito, veio "Revolution", um erro monumental. Nesta época Pacino sofreu com uma terrível Pneumonia."Vítimas de uma Paixão" marca a volta e uma segunda fase na carreira de Al Pacino onde ele tem olhos pretos como de coruja e voz grave. Voltando então as origens ele fez "O Poderoso Chefão III" e ganhou vários aplausos com seu primeiro papel na comédia "Dick Tracy", o que lhe rendeu outra indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante e dois anos depois viria outra indicação por "O Sucesso a Qualquer Preço". Ele então partiu para o romance com "Frankie e Johnny", e foi aí onde ele finalmente ganhou o Oscar de Melhor Ator por sua performance em "Perfume de Mulher" onde ele fazia o papel de um cego. De lá pra cá tudo se tornou maravilhas na carreira de Pacino e ele se viu mais livre para fazer os papéis que queria. Em "Pagamente Final" ele fez outro perfeito filme sobre gângsters assim como o drama épico sobre crimes, "Fogo Contra Fogo". Na cadeira de diretor ele fez uma adaptação de um clássico de Shakespeare que teve o nome "Ricardo III - Um Ensaio". "City Hall - Conspiração no Alto Escalão", "Donnie Barsco" e "Advogado do Diabo" saíram no período de Ricardo III. Seus próximos filmes foram "O Informante" e "Um Domingo Qualquer" onde ele se junta novamente a Michael Mann (Fogo Contra Fogo) e também a Oliver Stone. Pacino nunca se casou, mas tem uma filha com a atriz Jan Tarrant, chamada Julie Marie e gêmeos com sua namorada de muito tempo Beverly D'Angelo. Sua vida amorosa inclui um longo relacionamento com Diane Keaton. Pacino foi preso em Janeiro de 1961 por porte ilegal de arma.Seu processo de atuação é original e se tornou referência para muitos outros atores. Seus papéis se tornaram clássicos e fizeram dele um lenda entre as estrelas de Hollywood e os aspirantes ao mesmo.


terça-feira, 22 de setembro de 2009

KIRK DOUGLAS







Data e Local de Nascimento

09/12/1916, em Amsterdam, New York,
EUA

Nome de Batismo

Issur Danielovitch Demsky

Altura

1, 75 m

Minibiografia

Filho de Herschel Danielovitch e Bryna Sanglel, dois imigrantes judeus russos, Kirk Douglas teve uma infância pobre. Trabalhou duro para freqüentar a universidade. Na St. Lawrence University, fez parte da liga de boxe.
Para tentar conseguir uma bolsa, entrou para um grupo de interpretação. Seu talento o levou à Academia Americana de Artes Dramáticas, fazendo com que aparecesse em algumas produções menores da Broadway.

Em 1941, Douglas entrou para a Marinha americana, de onde só saiu após o término da 2ª Guerra Mundial, em 1945. Voltando para Nova York, começou a atuar no rádio e em comerciais de TV. Sua entrada em Hollywood contou com a ajuda de sua amiga Lauren Bacall, onde conseguiu estrear em 1946 no filme de Lewis Milestone, "O Tempo Não Apaga". Com sua atuação bem recebida pela crítica especializada, logo seguiram-se outros convites para participar de novas produções hollywoodianas. Com o filme "O Invencível", de Mark Robson, Douglas recebeu sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Ator. Posteriormente, recebeu duas outras indicações à famosa estatueta, por seus trabalhos em "Assim Estava Escrito" e "Sede de Viver", ambos de Vincente Minnelli. Em 1996, a Academia de Hollywood o distinguiu com o Prêmio Honorário pelos seus 50 anos de atividades na indústria cinematográfica.

Em 1943, casou-se com a atriz Diana Dill, com quem teve dois filhos, o ator Michael Douglas e o produtor Joel Douglas. Divorciado em 1951, casou-se novamente em maio de 1954 com Anne Buydens, com quem teve outros dois filhos, o ator e produtor Eric Anthony, e o produtor Peter Vincent.

Defensor incessante de inúmeras causas, recebeu a mais alta condecoração civil dos Estados Unidos, a Presidential Medal of Freedom.


VIVIEN LEIGH














Data e Local de Nascimento

05/11/1913, em Darjeeling, Bengala Ocidental, Índia

Data e Local de Falecimento

07/07/1967, em London, England, UK (tuberculose crônica)

Nome de Batismo

Vivian Mary Hartley

Altura

1,61 m

Minibiografia

Nascida de uma família burguesa britânica, seu pai era agente de câmbio e, paralelamente, atuava no teatro amador. Quando ela tinha 7 anos, sua mãe, Gertrude, a colocou no Convento do Sacré-Coeur de Jésus, em Roehampton, nos arredores de Londres, a fim de que ela recebesse uma boa educação. No convento, ela se destaca na dança, no violoncelo e nas peças de final de ano.

De 1927 a 1932, ela se junta aos pais na Europa. Os Hartleys haviam deixado definitivamente a Índia, onde Vivian nascera. Ela aprende a falar fluentemente o francês e o alemão, além de fazer um curso de dicção. Em 1932, ao terminar seus estudos, inscreve-se na Royal Academy of Dramatic Art. No mesmo ano, casa-se com o advogado Herbert Leigh Holman, de 31 anos, com quem tem uma filha, Suzanne. Em seguida, retorna à Royal Academy of Dramatic Art para concluir seus estudos e se tornar uma atriz. Em 1935, consegue um pequeno papel no filme "Things Are Looking Up". No mesmo ano, assume o papel principal de uma peça baseada numa obra de Diderot. O sucesso é imediato e o grande produtor do cinema, Alexandre Korda, ao ver seu trabalho, a contrata por 5 anos. Ela troca seu prenome de Vivian para Vivien e se torna Vivien Leigh.

O maior ator britânico, Laurence Olivier, vai conhecer a nova celebridade londrina e é seduzido por sua beleza. Vivien se lança de corpo e alma em sua carreira, lendo peças e livros à procura de bons papéis. Ela posa para a Vogue e o fotógrafo Cecil Beaton passa a retratá-la ao longo de toda sua carreira. Após assistir a representação de "Romeu e Julieta", com Olivier, ela vai aos bastidores felicitá-lo. Ele a aconselha a investir no teatro clássico, deixando o cinema como uma arte secundária.

Em 1936, ela e Olivier, que também achava-se sob contrato com Korda, atuam juntos no filme "Fogo sobre a Inglaterra", ocasião em que se tornam amantes. No ano seguinte, ao atuarem juntos na peça "Hamlet", no Castelo de Elseneur, local da tragédia de Shakespeare, o sucesso é enorme, a ponto do príncipe da Dinamarca vir vê-los. Vivien deixa definitivamente seu marido e vai morar com Olivier, deixando a educação de sua filha Suzanne por conta de sua mãe.

Com suas atividades até então restritas à Inglaterra, em 1939 ela decide ir à Hollywood lutar pelo papel de Scarlett O'Hara, no filme de Victor Fleming, "E o Vento Levou". Concorrendo com 1400 candidatas, dentre as quais atrizes do porte de Bette Davis, Joan Crawford, Katharine Hepburn e Paulette Goddard, entre outras, Vivien sai vencedora e seu esforço é coroado ao ganhar o Oscar de Melhor Atriz por sua magnífica atuação. Em 1940, Herbert Leigh Holman aceita o divórcio, mas fica com a guarda de Suzanne. Vivien e Olivier finalmente casam-se numa cerimônia íntima em Santa Barbara.

Nos anos 40, os dois tornam-se o casal mais popular da Grã Bretanha, depois dos Windsors. Em 1944, Vivien é diagnosticada como portadora de tuberculose. No cinema, Olivier continua com sua fantástica carreira. Depois de uma convalescença forçada, por conta da doença, Vivien atua em "Anna Karenina" e, três anos depois, em "Um Bonde Chamado Desejo". Entre 1955 e 1960, Vivien passa longos períodos cuidando de sua doença.

No teatro, Laurence Olivier continua com sua triunfante carreira. Por Vivien, ele só sente uma imensa piedade. Ao conhecer a jovem comediante, Joan Plowright, eles se tornam amantes e, em 02 de dezembro de 1960, Olivier e Vivien se divorciam. Em outubro de 1964, ela retorna pela primeira vez à Índia, desde que saíra ainda criança. Ela visita sua filha Suzanne.

Após o divórcio, ela ainda atuaria em dois outros filmes: "Em Roma, na Primavera", de 1961, e "A Nave dos Loucos", de 1965.


AUDREY HEPBURN




















Data e Local de Nascimento

04/05/1929, em Bruxelas, Bélgica

Data e Local de Falecimento

20/01/1993, em Tolochenaz, Suiça (câncer de cólon)

Nome de Batismo

Audrey Kathleen Ruston

Altura

1,70 m

Minibiografia

Nascida em Bruxelas, Audrey era filha de um rico banqueiro inglês e da Baronesa holandesa Ella Van Heemstra. Após o divórcio dos pais, mudou-se com a mãe para Londres, onde iniciou seus estudos. Alguns anos mais tarde, as duas fixaram residência em Arnhem, Holanda.

Quando da ocupação alemã, durante a 2ª Guerra Mundial, participou do esforço anti-nazista, período em que sofreu de má nutrição e depressão. Após a libertação da Holanda, Audrey foi estudar balé em Londres e, mais tarde, iniciou uma promissora carreira como modelo, até ser descoberta por um produtor, quando teve uma pequena participação no filme holandês "Nederlands in Zeven Lessen", em 1948.

Antes de conseguir o estrelato com seu primeiro filme americano, "A Princesa e o Plebeu", 1953, quando arrebatou o Oscar de Melhor Atriz, Audrey participou de diversos filmes britânicos e franceses. Em sua carreira de sucesso, foi ainda indicada ao Oscar de Melhor Atriz por suas atuações em "Sabrina", "Uma Cruz à Beira do Abismo", "Bonequinha de Luxo" e "Um Clarão nas Trevas".

Para o filme "Bonequinha de Luxo", Henry Mancini compôs "Moon River" especialmente para ela. Ganhadora do Oscar de Melhor Canção, "Moon River" tem centenas de gravações, mas a dela é inquestionavelmente a melhor.

Todo o mundo sabe que em 1962, quando do aniversário do Presidente Kennedy, Marilyn Monroe cantou "Happy Birthday, Mr. President". O que geralmente é esquecido é que foi Audrey quem a cantou no ano seguinte.

Audrey Hepburn foi uma das musas do grande estilista francês, Hubert de Givenchy, tendo este sido o responsável por seu guarda-roupa nos filmes "Sabrina", "Cinderela em Paris", "Amor na Tarde", "Bonequinha de Luxo", "Quando Paris Alucina", "Como Roubar um Milhão de Dólares" e "Charada".

Audrey casou-se com o ator Mel Ferrer em 25/09/1954, de quem se divorciou em 05/12/1968. Voltou a se casar em 18/01/1969 com Dr. Andrea Dotti, de quem se divorciou em 1982. Com o primeiro marido, teve um filho, Sean H. Ferrer, e com o segundo, Luca Dotti.

Em 1988, Audrey tornou-se Embaixadora Especial para o Fundo UNICEF das Nações Unidas, de Ajuda às Crianças, tendo participado de missões no Sudão, El Salvador, Somália, México, Equador, Venezuela, Vietnã, Tailândia e Etiópia.

Audrey Hepburn era fluente em Inglês, Holandês/Flamengo, Francês, Espanhol e Italiano.