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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Quem são os Libertadores da América ?








por Artur Louback Lopes


O nome com que foi batizado o maior torneio interclubes do futebol sul-americano não homenageia um agrupamento oficial ou uma instituição, mas, sim, o conjunto de líderes dos processos de independência dos países da América do Sul. Os principais foram Simón Bolívar e José de San Martín, que atuaram no processo de independência de diversos países, engajados em um ideal de libertação maior, que visava inclusive a formação de uma grande nação pan-americana. Mas também são considerados libertadores líderes de caráter menos guerreiro, como dom Pedro I, o libertador brasileiro, que proclamou a independência em um processo pacífico, motivado mais pela briguinha que mantinha com o pai, o então rei de Portugal, dom João VI, do que propriamente como parte de um ideal popular de libertação. Simón Bolívar, o ídolo supremo do presidente venezuelano Hugo Chávez, ganhou o apelido de El Libertador após um acontecimento bem mais turbulento do que o Grito do Ipiranga: após um período de exílio na Colômbia, Bolívar e sua tropa invadiram a cidade de Mérida, na Venezuela, no dia 23 de maio de 1813, dando início à independência daquele país. Um fato curioso é que a Venezuela, onde nasceu Bolívar, tem um péssimo retrospecto na Copa Libertadores da América. Nenhum time venezuelano sequer chegou a uma semifinal da competição,

domingo, 4 de outubro de 2009

Quando surgiu o "minuto de silêncio" nos jogos de futebol ?


Não se sabe ao certo, mas a versão mais divulgada sobre a origem do rito - observado, em geral, como um gesto de luto por algum morto ilustre - aponta que ele teria surgido em 1912, como um tributo dos portugueses ao barão do Rio Branco, ministro das Relações Exteriores do Brasil e figura querida em Portugal. Quando os senadores lusitanos souberam de sua morte, em 10 de fevereiro de 1912, resolveram manter-se em silêncio por dez minutos. Copiada por parlamentos de outros países, esse tipo de homenagem teria se alastrado pelo mundo até, por fim, ser levada para os estádios de futebol. Como dez minutos era tempo demais para ficar de boca fechada, o tempo foi se reduzindo para um minuto. Outra versão assinala que o ritual silencioso (inicialmente com cinco minutos de duração) teria sido proposto em um artigo na edição de 8 de maio de 1919 do jornal London Evening News pelo jornalista australiano Edward George Honey. A ideia era celebrar o Dia da Memória Nacional, em honra ao tratado que encerrou a Primeira Guerra Mundial. O rei George V, do Reino Unido, gostou da ideia e, em novembro daquele ano, decretou dois minutos de silêncio em homenagem aos soldados britânicos mortos em combate. Assim como na versão portuguesa, o rito teria se espalhado pelo planeta e passado a ser adotado em competições esportivas.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

O gol de mão mais descarado em anos





Os gols com a mão costumam criar muita polêmica, mas quando são realmente descarados criam muita mais. Durante partida da Segundona entre Ceará e Paraná, o jogador Wellington Silva não ficou nem vermelho ao meter a bola para dentro no melhor estilo do handebol. Mais vergonhoso é que o juizão validou o gol.