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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

A máquina mais inútil do mundo

O site Instructables tem milhares de interessantes opções para passarmos o fim de semana chuvoso construindo algo útil, e o melhor é que no processo podemos aprender muitas coisas. O detalhe é que a gente pode encontrar por lá coisas como a máquina mais inútil do mundo, mostrada no vídeo abaixo.




Neste caso em particular é provável que aprenda alguma coisa e possa criar um certo paradoxo, mas não estará usando seu poder de criação para nada "realmente" útil, o que não significa necessariamente que não será divertido ver seus amigos usando o estranho dispositivo

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Origem da dependência da morte


Existem duas versões conhecidas . Uma delas diz que, no começo do século XVI, os mendigos de Sevilha tiveram a idéia de enrolar o fumo das baganas de charuto num canudinho de papel. Rapidamente o cigarro chegou a Portugal e Itália, e, por intermédio dos marinheiros portugueses, aos portos de comércio do Mediterrâneo e à Rússia. A segunda versão relata que foram os soldados turcos que inventaram o cigarro. Eles defendiam a cidade de São João de Acre dos ataques das tropas de Napoleão Bonaparte, em 1799, quando o seu hookah (cachimbo comunitário refrigerado por água) foi destruído por uma bala de canhão. Para fumar, eles enrolaram o tabaco em papel embebido em nitrato, utilizado para disparar os canhões.

sábado, 24 de outubro de 2009

Origem da Caneta


O revisor tipográfico Húngaro Ladislao Biro (1899-1985) inventou, em 1932, uma caneta que não borrava e cuja tinta não secava no depósito, como fazia a velha caneta-tinteiro. Na oficina do jornal em que trabalhava, na cidade de Budapeste, deteve-se a observar o funcionamento da rotativa. O cilindro se empapava de tinta e imprimia o texto nele gravado sobre o papel. Com a ajuda de seu irmão Georg, que era químico, e do amigo Imre Gellért, um técnico industrial, Biro encontrou a solução. Acondicionou a tinta dentro de um tubo plástico. A tinta, pela força de gravidade, descia para a ponta do tubo. Nessa mesma ponta, ele colocou uma esfera de metal que, ao girar, distribuía a tinta de uma maneira uniforme pelo papel. Os dedos não ficavam sujos de tinta e o papel nunca borrava.

Durante a Segunda Guerra Mundial Biro achou melhor optar pelo exílio na Argentina, em 1940. Junto com seu irmao, Georg, abriu uma pequena fábrica, que funcionava inicialmente numa garagem. A nova caneta chegou às lojas três anos depois com o nome de Birome. Em agosto de 1944, 6 anos depois, a revista americana Time publicou uma nota sobre a novidade, lembrando que ela era a única caneta que permitia escrever a bordo de um avião, porque a tinta não vazava. Depois disso, uma empresa comprou os direitos da invenção para os Estados Unidos por 2 milhões de dólares. Biro naturalizou-se argentino e viveu em Buenos Aires até morrer, em 1985.

sábado, 26 de setembro de 2009

Origem do Elevador


O princípio de uma plataforma suspensa dentro de uma cabina vertical para o transporte de pessoas ou materiais pesados foi descrito pela primeira vez pelo arquiteto romano Vitruvius, no século I a.C.

A elevação era obtida utilizando-se um contrapeso, que subia e descia sob o controlo de uma roldana movida por uma manivela do lado de fora da plataforma.

É provável que esses elevadores tenham sido utilizados nas casas romanas com vários andares, onde teriam sido operados por escravos.

O primeiro elevador conhecido foi o que o rei Luís XV mandou instalar, em 1743, no Palácio de Versalhes.

Ligava os seus aposentos ao de sua amante, madame de Châteauroux, no andar de baixo.

Não se sabe o nome do inglês que, em 1800, pensou em utilizar um motor a vapor para mover os elevadores.

Este motor era instalado no teto e controlava o enrolar e desenrolar do cabo ao redor de um cilindro.

Em 1851, o americano Elisha Graves Otis (1811-61) inventou um sistema de segurança que impedia que o cabo balançasse, prendendo-o num trilho e bloqueando-o com uma série de garras.

Isso permitia o uso do equipamento também por pessoas. Para mostrar a eficiência de sua invenção, em 1854, ele mandou cortar o cabo de um elevador que ele mesmo pilotava. O primeiro elevador de passageiros foi inaugurado por ele em 23 de Março de 1857 numa loja de cinco andares em Nova York.

Em 1867, o francês Léon François Edoux inventou o elevador de coluna hidráulica.

O mesmo Edoux construiu, em 1889, um elevador de 160 metros de altura para a Torre Eiffel.

Esses elevadores eram 20 vezes mais rápidos do que os seus predecessores, que trabalhavam com tração.

Em 1880, a empresa alemã Siemens & Halske utilizou energia elétrica na tração dos elevadores.

Ele subiu 22 metros em 11 segundos.

O uso de eletricidade permitiu a introdução de interruptores para controlar o elevador em 1894.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

A invenção do desodorante


Desde os sumérios, em 5000 a.C., os homens procuram formas de resolver o problema de odor do corpo.

Os antigos egípcios, por exemplo, recomendavam um banho aromatizado, seguido pela aplicação de óleos perfumados nas axilas.

Também descobriram que a eliminação dos pelos das axilas diminuíam o odor.

Séculos mais tarde, os cientistas conseguiram compreender o motivo: os pelos aumentam a superfície em que as bactérias vivem, se reproduzem, morrem e se decompõem.

Tanto os gregos quanto os romanos elaboraram seus desodorantes perfumados a partir de fórmulas egípcias.

O primeiro desodorante antitranspiração, como conhecemos hoje em dia, foi criado nos Estados Unidos em 1888. Seu nome era Mum.