domingo, 1 de novembro de 2009

Sorte ou destino ?


Na noite que precedeu o vôo, Nicholas Alkemade estava tenso. Pensativo. Seria aquele sua décima terceira missão de bombardeio sobre a Alemanha. Nicholas nunca tivera muita preocupação com o número 13, o tal “número do azar”.
Nicholas tinha então vinte e um anos de idade e estava encarregado de uma das mais perigosas atividades a bordo do bombardeiro Lancaster. Era o artilheiro de base.
Não só era perigoso como incômodo. O cockpit da artilharia ficava numa pequena bolha de fibra de vidro ligado à cauda do avião, num espaço minúsculo que ele teria que dividir com um canhão, a munição total da missão e ainda quatro metralhadoras de porte médio. Em função do pouquíssimo espaço, o pára-quedas do artilheiro precisava ficar fora da torre.
O Lancaster voava Há 6000 metros de altitude, uma altura que geralmente é absolutamente fria, mas naquela noite de primavera, o tempo estava particularmente frio.
O esquadrão 115 era relativamente sortudo na guerra. Havia participado de inúmeros combates e saído ileso. Naquela noite, o vôo teve poucos percalsos, com algum fogo antiaéreo em Frankfurt. O piloto subiu com a aeronave afim de livrar-se da altitude de risco. Ao chegarem a Berlim Nicholas viu de sua minúscula cabine as luzes dos esquadrões almães prescrutando o céu em busca de um dos 300 aviões aliados que vinham destroçando a capital inimiga.
Finalmente Nicholas ouviu soar no rádio em meio ao zumbido e ruído de motor a ordem de liberar bombas. Nicholas acionou a alavanca a uma chuva de bombas despencou sobre a cidade escura gerando uma minúscula linha de clarões amarelos lá em baixo. O pioloto, Jack Newman deu a volta com o avião rumo à casa.
Nicholas respirou aliviado.

Uma explosão aconteceu. Então, alguns estampidos de metralhadora rasgaram a fuselagem do Lancaster, com projéteis passando muito perto da torre de artilharia, onde Nicholas atônito tentou se encolher. Imedianatamente ao se recompor, Nicholas viu um enorme buraco bem na sua frente, e através dele pôde ver o inimigo.
Era um Junker 88 solitário que havia decolado para interceptar o esquadrão 115. Montado no enorme canhão giratório do Lancaster, Nicholas mirou do motor do Junker e disparou pesadamente. O junker explodiu Há apenas 45 metros de distância do Lancaster. O motor do Junker explodiu e o que restou do avião mergulhou na escuridão em meio a chamas.
Alkemade estava nervoso, porém eufórico. Havia enfim visto a morte bem de perto naquela noite. A euforia não diurou muito. Chamas brotavam de todos os lados, sacudidas e alimentadas pela enorme corrente de vento que penetrava a cabine de tiro. Na confusão ouviu a voz de seu amigo Jack Newman em meio a estática: – Você vai ter que pular! – Alkemade sentiu o frio na espinha. Ao olhar para cima, no compartimento onde deveria pegar o pára-quedas só haviam chamas.
Nicholas abriu então a porta de acesso com a fuselagem e observou o fogo. A fumaça negra invadiu o cockpit. Ali se esvaía a única chance de sobrevivência dele. O para-quedas se desintegrou em meio ao fogo.
Nicholas sentiu um aperto no estômago. Era o fim. Mas ele não iria morrer queimado e decidiu saltar para a morte. Ele achava melhor uma morte limpa do que morrer assado lentamente. O fogo avançava feroz pela cabine. Nicholas correu para trás da aeronave, esgueirando-se pelo estreito caminho que levava ao cockpit de artilharia. Pegou a máscara de oxigênio parcialmente derretida e inalou profundamente. Meteu o pé no buraco causado pela artilharia inimiga e expandiu-o até que pudesse passar. Os estilhaços voaram sumindo na noite. O ruído do avião agora era aterrador. Nicholas sabia que seus companheiros já haviam abandonado o Lancaster, que voava descontrolado. O fogo chegaria aos tanques de combustível em segundos.
Alkemade fechou os olhos e se lançou ao vazio.
Imediatamente o terror deu lugar a uma estranha sensação de paz e alívio. Alkemade sentiu-se tranquilo. Enquanto caía sentiu-se deitado em uma nuvem. Não parecia descer como uma bala, verticalmente, em direção à morte.
Nicholas estava tão tranquilo que calculou o momento do impacto. Se a aeronave tivesse se mantido em 6000 metros, ele levaria 90 segundos para atingir o chão. à sua mente veio a imagem de Pérola, sua namorada. Enquanto caía, Nicholas pensou sobre as brigas, as guerras da humanidade e tudo lhe pareceu sem sentido. Foi quando perdeu a consciência.
Alkemade não entendeu porque sentia tanto frio.
Supôs que estivesse morto. Ele abriu um olho. Uma estrela despontava à sua frente. Levou a mão até o bolso e sentiu o maço de cigarros. Sentia uma enorme vontade de fumar. Então ele olhou a hora. Eram 3:10 da madrugada. Haviam se passado três horas desde o momento de pânico no avião.

- Meu Deus! – disse ele em voz alta. – Estou vivo! – De alguma maneira as árvores lhe amorteceram a queda e a grossa camada de 45 centímetros de neve fofa havia lhe servido de anteparo. Nicholas Alkemade havia caído de 6km de altitude e sobrevivera para contar sua história. Mas não só isso. Ele olhou para ver se havia sofrido algum ferimento. Apenas alguns arranhões e queimaduras nas mãos e uma torção forte no joelho, provavelmente fruto de sua tentativa de liberar a passagem para saltar do avião em chamas. No geral estava bem.
Quando tentou levantar-se viu que não poderia caminhar e começou a pensar que poderia morrer de frio. A neve caía e a noite esfriava rapidamente. Ele tremia sem parar a pesar do pesado casaco de couro forrado de lã de carneiro da RAF. Neste momento Nicholas começou a considerar que a perspectiva de ser um preso de guerra não era tão ruim. Sacou o apito de emergência do bolso do casaco e apitou o mais forte que pôde por vários minutos.
Foi quando um grupo de Volkssturm da área escutou o apito e dirigiram-se a ele. A patrulha nazista encontrou um cara sorridente sem pára-quedas em meio a neve, fumando um cigarro. Nicholas foi levado ao hospital da base alemã e interrogado.
Ele tentou contar sua história ao doutor:
- Pára quedas Non! – ele anunciou. O médico olhou para os soldados e eles sorriram entre si. Alkemade percebeu que era tido como louco.
No campo de prisioneiros de Dalag Luft, próximo a Frankfurt as coisas não pareciam melhorar. Alkemade foi sujeitado a três inquéritos e foi isolado em uma solitária por se recusar a falar a “verdade”. Os alemães acreditavam que era evidente que ele estava mentindo e que naturalmente deveria ser um espião.
Mas Alkemade descobriu que um avião Lancaster havia se espatifado nas proximidades de onde ele havia sido encontrado. Poderia ser o avião dele. E os pára-quedas se fosse encontrados nos destroços, confirmariam sua história e o livrariam de ser condenado à morte como espião.
Um homem esperto, Nicholas Alkemade convenceu o tenente oficial alemão Hans Feidal, da Luftwaffe que valia a pena examinar os destroços. Claro que a couraça queimada do pára-quedas da artilharia estava lá. O tenente mandou que retirassem os restos do para-quedas das ferragens retorcidas que restaram do Lancaster e levassem até o campo de prisioneiros.
Alkemade provou ao tenente alemão que os ganchos automáticos e os cintos ainda estavam na mochila, elementos cujo para-quedas caso tivesse aberto, teriam se partido. Então os alemães acharam queimada a algema da corda de abertura. O comandante do campo em vista das provas, só poderia concordar que Alkemade tinha escapado por milagre.
Nicholas Alkemade sobreviveu a sua décima terceira missão de bombardeio. O caso foi registrado pelos alemães em livro oficial atestado por dois sargentos e um tenente a história ioncrível deste homem ocorrida na noite de 25 de abril de 1944. Alkemade continuou vivendo uma vida cheia de surpresas.

Depois que saiu da guerra foi trabalhar em uma fábrica de produtos químicos em Loughborough. Uma vez, uma viga de aço de 100kg de peso caiu sobre ele. Os seus colegas acreditaram que ele havia sido morto, mas Nicholas sofrera apenas uma pancada na cabeça. Em outra ocasião, estava encharcado de ácido sulfúrico e conseguiu livrar-se das roupas antes que pudesse queimar-se. Ele ainda sofreu uma descarga elétrica que causou uma cratera onde ele estava. Nicholas respirou gás de cloro por um quarto de hora, saindo ileso em meio a morte de seus colegas.
Não há dúvida de que alguém em algum lugar se importa com esse cara.

sábado, 31 de outubro de 2009

Recados de um anjo


Imagina que só restam 135 dias de vida pelo diagnóstico de um câncer cerebral. Imagina que dia após dia você vai perdendo a sensibilidade da cada parte de seu corpo ainda mantendo a lucidez. Agora imagina que só tem 6 anos de idade. Que faria o resto de seus dias? Elena Desserich decidiu esconder em segredo por toda sua casa, centenas de notas, mensagens e desenhos para "falar" com sua irmã menor e seus pais após a morte. Faleceu em 2007. Ainda hoje seus pais descobrem novos desenhos. Incrível.




Elena Desserich nasceu em 2000. Sua vida era absolutamente normal até que, com cinco anos, os médicos detectaram um glioma do tronco encefálico infantil e estimaram que a pequena teria no máximo uma esperança de vida de 135 dias. No início seus pais ocultaram o diagnóstico de Elena, mas com o passar do tempo e sabendo que a deterioração física era constante, falaram para a filha.

Com o carinho de seus pais Elena foi entendendo que, cada dia que passava, era um presente divino, motivo pelo qual criou uma lista de todas as coisas que queria e podia fazer ainda: nadar com golfinhos, fazer esqui aquático, conduzir um carro... Um dia, um desejo...



Com o passar do tempo ia perdendo sensibilidade e a mobilidade em diferentes partes de seu corpo, incluindo a fala, e as atividades mais físicas de sua lista de desejos passavam a um segundo plano. Suas mãos foram as últimas em desobedecer seu maltratado cérebro; então dedicou-se a pintar e a pintar... e a escrever. Sua paixão foi sempre estimulada por seus pais.

Elena começou a desenhar e escrever pequenas cartinhas para sua irmã menor, Gracie e depois para o pai e a mãe. Tudo isso meditado na solidão do doente que sabe que vai morrer, mas que decide, com apenas 6 anos, construir um baú de emoções futuras para velar o carinho eterno de sua família.

Os últimos nove meses de vida -ao final sobreviveu 255 dias- dedicou-se a buscar os esconderijos perfeitos para suas mensagens pessoais. Para seu pai em uma antiga carteira de bolso; para sua mãe em um bolso perdido de sua mochila favorita... para sua irmã em cantos do quarto de brinquedos. Mas também buscou esconderijos imprevistos para que o "diálogo" fosse surpreendente: fundos de pratos da esquecida louça chinesa, páginas de livros abandonados na estante, uma caixinha de um CD antigo, etc...




Elena morreu em agosto de 2007. Não sem dantes cumprir seu último desejo. Poder dançar com seu pai. No último dia, com a lucidez de um cientista preso no cárcere de um corpo morto, pai e filha fundiram-se em um formoso momento:

- "Tivemos a nossa dança e sempre será a última e provavelmente a melhor lembrança que guarde dela. ainda que tinha muitas outras coisas que ela queria fazer nesse último dia." diz Keith Desserich, pai de Elena

Depois de sua morte e conforme passava o tempo, a memória de suas indeléveis lembranças ia cristalizando. Até que Elena voltou:

- "Estávamos movendo umas caixas esquecidas e entre alguns dos livros caiu uma pequena nota... a cada vez que encontro e leio uma de suas mensagens é como sentir um pequeno abraço de minha pequena." Brooke Desserich, mãe de Elena.

Seus pais editaram um livro com todos os desenhos e bilhetes encontrados até hoje, cujos valores totais arrecadados com a venda serão destinados à luta contra o câncer infantil. Você pode comprá-lo neste link :





Porque os orientais tem os olhos puxados ?



Na verdade os olhos dos orientais (e não exclusivamente dos japoneses, como também de chineses, coreanos, tailandeses, etc) não são “puxados” e sim a pálpebra é mais lisa, e não curva como nos olhos ocidentais. O sulco palpebral superior, geralmente bem definido e cerca de 7 mm acima da linha ciliar nos ocidentais, está ausente nos orientais. Esse sulco torna-se mais evidente ao se abrir os olhos. Há nos orientais o aspecto amendoado com elevação do canto lateral. A pálpebra inferior é caracterizada por excesso de gordura orbital, gordura pré-tarsal (porção posterior) e excesso de pele na parte medial.

Essas características provavelmente decorreram de um processo de seleção natural, ja que os olhos orientais são mais adequados para proteção contra o frio rigoroso. Possivelmente as populações que conseguiram fixar residência ao leste do Himalaia primeiro tinha forte tendência nesse perfil, e que se manteve com o passar dos séculos.

Além disso, esse traço deve ter sido uma vantagem para os habitantes de regiões frias, pois sua função é parecida com a dos óculos dos esquiadores, que possuem um visor em forma de fenda para reduzir a luminosidade refletida pela neve. Isso parece lógico, já que os mongolóides, que têm essa característica, surgiram de uma área gelada no norte da Ásia, há cerca de 10 mil anos. Como a imensidão branca das regiões frias reflete muito a luz solar que chega à superfície, quem mora nesses lugares pode ter problema de vista a longo prazo – desde cegueira momentânea até certos transtornos de retina -, o que explicaria a predominância dos olhos puxados na seleção natural.

Há diferenças entre os diferentes padrões (chineses, coreanos, japoneses) mas que são sutis para os olhos ocidentais.


quinta-feira, 29 de outubro de 2009

A Tragetória de Sucesso do Google




De projeto acadêmico de dois universitários a gigante da web, confira como se deu a trajetória do portal.

O Google percorreu um longo caminho em seus onze anos de história, desde o seu “início humilde”, como um projeto de investigação da Universidade de Stanford, em 1998, à escala global e sua multibilionária presença na internet atual.
Na semana passada, a empresa celebrou o seu 11 º aniversário e escolheu marcar a ocasião com um novo Google Doodle, a famosa mudança em seu logo. Dessa vez, eles colocaram um L extra para que o nome da empresa formasse um número “11”.
A data real de fundação do Google é assunto de debate. Há aqueles que pensam que o Google deve sempre cortar o bolo em 4 de setembro, dia em que o portal apresentou seus documentos constitutivos e tornou-se oficialmente o Google, Inc, em 1998. Outros ainda pensam que a empresa deve reconhecer o 15 de setembro de 1997 como sua data de fundação, pois foi nessa época que a companhia registrou o domínio google.com. Mas, apesar das dúvidas, a companhia comemora seu aniversário em 27 de setembro há alguns anos, data que já se tornou oficial.
Qualquer aniversário oferece a oportunidade perfeita para refletir sobre o passado. Assim, vale a pergunta: o que foi Google nos últimos onze anos?


Primeiros dias: 1998
Em 1997, os fundadores Larry Page e Sergey Brin deixaram para trás o nome “BackRub”, como se chamava um projeto acadêmico da dupla, e adotaram Google, uma brincadeira com o termo matemático "googol". Com o domínio Google.com registrado e um saudável investimento de 100 mil dólares do cofundador da Sun, Andy Bechtolsheim, os dois estudantes de Stanford alugaram um espaço de garagem por 1.700 dólares por mês, em Menlo Park, Califórnia.
Com um escritório improvisado, a empresa se tornou a "Google Technology Inc" em 4 de setembro de 1998. A companhia começou a receber apoio positivo na imprensa e também contratou seu primeiro funcionário, Craig Silverstein.



Dinheiro e mudança: 1999
Graças ao crescimento de sua força de trabalho, a empresa nascente se mudou duas vezes em 1999. O Google ampliou sua modesta garagem e mudou-se rapidamente para um local mais adequado, em Palo Alto, também no Estado da Califórnia. Em junho, a empresa lançou seu primeiro comunicado de imprensa, detalhando como havia assegurado 25 milhões de dólares em financiamento.
Durante o segundo semestre do ano, como chegou a quarenta trabalhadores, a organização mudou-se novamente para um escritório em Mountain View, com um chef de cozinha incluso. Foi no mesmo ano em que decidiu largar o ponto de exclamação do seu logotipo e ficar do jeito que a marca ficou famosa mundialmente.


Crescimento e expansão: 2000
O ano 2000 foi de crescimento. O mecanismo de busca atingiu o marco de um bilhão de páginas indexadas e o site se expandiu para dar suporte a mais de quinze línguas, incluindo chinês, francês, alemão e japonês, entre outras.
Como as coisas mudam! Aquele ano também viu o Yahoo revelar que usaria o Google como seu provedor de pesquisa padrão. Na época isso era um grande negócio, uma vez que o Yahoo era o queridinho das pesquisas e a companhia de Larry Page e Sergey Brin tinha de definir sobre quem deveria se voltar para competir. Missão cumprida? Claro que hoje o cenário é muito diferente
, especialmente agora que Yahoo e Microsoft uniram forças para competir com o gigante da busca que o Google se tornou.
Antes de o ano acabar o Google também encontrou tempo para lançar o imenso sucesso que foi o programa AdWords e sua barra de ferramentas plug-in. Com o ano prestes a terminar, fica bastante claro que o mecanismo de busca teve uma ascensão meteórica - o Google passou a receber quase 100 milhões de consultas de pesquisa por dia.


Globalizando-se: 2001
Com o motor de busca já disponível em mais de vinte e cinco línguas, só parecia certo que a empresa iria se expandir em nível global com a abertura de seu primeiro escritório internacional, em Tóquio.
O ano de 2001 também viu o Google contratar o ex-presidente da Novell, Eric Schmidt, que começou no Google como o presidente do conselho, antes de avançar rapidamente para se tornar o CEO.
Com o índice de pesquisa do portal em quase três bilhões de páginas, parecia o momento perfeito para enfrentar um novo tipo de pesquisa: imagens. O Google lançou seu serviço nessa área em julho, e, inicialmente, tinha um índice de mais de 250 milhões de imagens.


Virando geek: 2002
No ano de 2002 a empresa lançou uma gama de produtos, incluindo a ferramenta de compras do Froogle, o experimental Google Labs e o popular serviço Google News. A empresa também decidiu oferecer uma tradução do site em Klingon, a linguagem dos personagens de Star Trek, para alegria dos fãs, trazendo o número total de suporte para mais de setenta línguas. Spiderman, Warcraft 3 e a pop star Shakira estavam entre os termos mais buscados do ano.


A palavra escrita: 2003
Em 2003, o Google adquiriu a Pyra Labs, criadora do serviço Blogger, que popularizou de vez os blogs ao permitir que as massas publicassem seus pensamentos com facilidade. Logo após a aquisição, o nome do Google foi reconhecido como um verbo. O tal “google it” se tornou sinônimo de “buscar”.
Em dezembro, o controverso Google Print foi lançado: agora, conhecido como Google Book Search, o serviço permite aos usuários visualizar trechos de milhares de livros em formato digital. Livros clássicos e adaptações de seus filmes, como O Senhor dos Anéis e Harry Potter, foram alguns dos mais procurados por termos no Google em 2003.



E-mail, Google Style: 2004
Sem dúvida, a maior notícia de 2004 foi a introdução do Gmail. A versão beta foi lançada no Dia da Mentira, mas o Google deu certeza de que não era brincadeira. Oferecendo um então inédito 1 GB de armazenamento, juntamente com uma experiência de usuário rápida e com a beleza da tecnologia de busca do Google instalado à direita em sua caixa de entrada. O serviço foi lançado de maneira restrita a convites, o que resultou em uma corrida do ouro para aqueles que esperam um convite. Após cinco anos, o Gmail finalmente eliminou seu status beta no início de junho de 2009.
Em 2004 também houve a mudança do Google em Mountain View, Califórnia, para a "sede Googleplex", onde a empresa reside ainda hoje. Além disso, abriu um centro de pesquisa e desenvolvimento em Tóquio e uma sede europeia em Dublin, Irlanda. Com mais de três mil funcionários, ou uma vasta gama de produtos e mais de oito bilhões de itens em seu índice de pesquisa do Google, o crescimento continuou a surpreender.


O mundo mapeado: 2005
Em 2005, o esforço contínuo de organizar a informação do mundo continuou com o lançamento do Google Maps. Desde então, a empresa tem melhorado continuamente o serviço de mapeamento, adicionando novos recursos, como imagens de satélite e indicações, bem como o aumento do número de novos locais pesquisados.

O Google Earth, uma fotografia em 3D por satélite aplicada ao mapeamento, veio logo em seguida, para complementar a oferta de serviços do Google em localização.
O ano de 2005 também viu o lançamento da página inicial personalizada iGoogle, Google Reader - ferramenta de gerenciamento de canais RSS - e o Google Analytics. Versões móveis do Gmail, Blogger e busca também foram liberadas.



Uma mensagem de Chad e Steve: 2006
Encerrando meses de especulação, o Google, no final de 2006, finalmente revelou que tinha comprado o YouTube, em uma transação de 1,65 bilhão de dólares.


O crescimento continua: 2007
O ano começou com a expansão do Google para novos territórios. O Google Maps fazia então seu caminho para a Austrália e o pacote de aplicativos de produtividade Google Docs era oferecido em várias línguas. O Gmail também foi disponibilizado a todos, sem a necessidade de convite.
Porém, a maior inovação do Google em 2007 foi a inclusão da fotografia do nível da rua para o Google Maps. Apelidado Street View, o serviço permite visualizar e explorar um grande número localidades dos Estados Unidos. Naturalmente, a introdução Street View causou alguma controvérsia, por levantar preocupações com a privacidade das pessoas.


Fechamento de um ciclo: 2008
No ano passado, o Google comemorou seus dez anos de operação, sem mostrar sinais de abrandamento. A empresa lançou seu primeiro aplicativo para iPhone, ampliou a cobertura do Street View para incluir outros países, revelou uma nova versão de seu aplicativo de gerenciamento de fotos Picasa e lançou o Knol, um serviço parecido com a Wikipedia.

Em seu maior movimento do ano, anunciou que iria entrar na guerra dos navegadores com o seu próprio produto. O código aberto do Google Chrome surgiu em setembro do ano passado e contou com uma interface minimalista e página inicial com atalhos para as páginas visitadas com frequência - características que foram adotadas em outros navegadores a partir de então.
No final do ano, a incursão do Google em software continuou como o lançamento do primeiro telefone celular a utilizar o Android, o sistema operacional móvel do Google.


Google hoje: 2009
O ano de 2009 está sendo movimentado na história do Google. Até agora, a empresa adicionou o acesso offline para o Gmail, lançou seu serviço de localização Latitude, levou o Google Earth para Marte e relançou o serviço de telefone GrandCentral como Google Voice, para citar apenas algumas realizações.
A empresa também lançou seu serviço Wave em maio deste ano. A ferramenta combina uma série de atividades de comunicação e redes sociais em um único aplicativo da web e deve estar disponível ao público em geral ainda este ano.
A maior novidade do Google em 2009 surgiu quando a empresa anunciou que planeja lançar um sistema operacional para computadores. O Google Chrome OS deve chegar em 2010 e será inicialmente destinado a netbooks. Apesar de algumas imagens vazadas na internet, a companhia ainda não se pronunciou sobre qualquer suposto screenshots divulgado.


O que nos reserva o futuro?
Com onze anos nas costas, o Google continua a inovar e aprimorar serviços. O que podemos esperar do gigante de busca é algo que ninguém sabe. Num futuro próximo, no entanto, poderemos conversar muito de Chrome OS, experimentar a nova versão do Android e observar inúmeros vídeos no YouTube. O que você acha que o Google vai inventar no futuro?

domingo, 25 de outubro de 2009

Angelina Jolie com18 anos





A prova de que a beleza advém da mistura de raças: a mãe, a ex-atriz e modelo Marcheline Bertrand, é de ascendência franco-canadense e de índios norte-americanos e seu pai, o ator Jon Voight, é de ascendência inglesa e checa.


Deu no que deu:
- a mulher mais linda do mundo; segundo toda a rapazeada
- a mulher mais sexy do mundo;
- o maior salário de Hollywood;
- os maiores e mais belos lábios do cinema;
- a atriz mais engajada nas causas sociais e humanitárias; o que lhe rendeu o título de Embaixadora da Boa Vontade da ONU;
- a maior doação feita por um artista para causas humanitárias.
- Ah, sim... e a mulher casada com o segundo homem mais bonito do mundo pela mulherada . Segundo sim, porque o primeiro é o Dono do blog, o RAFAEL ... pedaço de homem! ahahha

Aqui, mais curiosidades de La Jolie e abaixo as fotos quando tinha 18 anos e ainda era somente uma desconhecida modelo fotográfico.


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