sábado, 7 de novembro de 2009

O que representa o número Pi ?


O que representa o número Pi?
O número PI representa o valor da razão entre a circunferência de qualquer círculo e seu diâmetro. É a mais antiga constante matemática que se conhece. É um número irracional, com infinitas casas decimais e não periódico.


Os vários tipos de PI
Em verdade, na Geometria Euclidiana, temos quatro constantes que poderiam ser chamadas de PI:

* o PI de circunferências: a constante de proporcionalidade na relação entre a circunferência de um círculo e seu diâmetro

* o PI de áreas de círculos: a constante de proporcionalidade na relação entre a área de um círculo e o quadrado de seu diâmetro

* o PI de áreas de esferas: a constante de proporcionalidade na relação entre a área de uma esfera e o quadrado de seu diâmetro

* o PI de volumes de esferas: a constante de proporcionalidade na relação entre o volume de uma esfera e o cubo de seu diâmetro

Usando as fórmulas clássicas da Geometria, fica muito fácil expressarmos qualquer uma dessas constantes de proporcionalidade em termos das demais. Por questão de tradição, prefere-se trabalhar exclusivamente com o PI da circunferência de círculos, o qual é denotado internacionalmente pela letra pi minúsculo, a letra inicial da palavra grega peripheria que significa perímetro ou circunferência ( essa notação surgiu no início do sec. 1700 e foi adotada e popularizada pelo importante livro Análise Infinitesimal, escrito por Euler c. 1750 ).

Robert Englund






Robert Englund
60 anos, nascimento dia 6 de junho de 1949



Nome Verdadeiro: Robert Barton Englund


País de Nascimento: EUA


Profissão: Ator/Atriz


Filmografia no Confraria de Cinema: Freddy vs. Jason (2003) (Freddy Krueger), A Hora do Pesadelo 6 - A Morte de Freddy (1991) (Freddy Krueger), A Hora do Pesadelo (1984) (Freddy Krueger)




Altura: 1,78 m.


Nome do Pai: Kent McDonald


Nome da Mãe: Janis McDonald

Você deve estar se perguntando: Quem!?!? Pois é. Pelo nome apenas um seleto grupo de fãs saberá de quem estou falando, talvez a foto ainda dê uma ajuda, mas ainda assim é difícil. Tudo isso se deve ao fato de seu personagem mais famoso ter a cara totalmente deformada, o que obriga o ator a utilizar uma carregada maquiagem.
Robert Englund é Freddy Krueger, um dos mais emblemáticos personagens de terror de todos os tempos. Com chapéu de feltro e camisa listrada (idêntica a do Wally), Krueger é um assassino de crianças que foi queimado vivo por um grupo de indignados pais e que posteriormente volta a assombrar a Rua Elm, aparecendo nos sonhos das pessoas. E é isso que ele tem feito desde 1984, quando chegou aos cinemas o primeiro filme da série "A Hora do Pesadelo", que contava com o até então desconhecido Johnny Depp no elenco.
De 84 pra cá, Englund voltou ao personagem mais sete vezes, sendo seis em filmes da franquia e uma, especialíssima, em "Freddy vs. Jason", que, como o próprio nome já diz, é uma batalha entre seu personagem e Jason Voorhees, o assassino da franquia "Sexta-Feira 13". O filme foi um sucesso de bilheteria e é excelente, uma exceção aos "clássicos" do gênero nos anos 90 ("Pânico", "Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado", etc).
Morando em Malibu, numa mansão à beira da praia, onde passa a maior parte do tempo livre surfando e pescando, Robert ainda pode ser visto, sem maquiagem, em filmes como: "Lenda Urbana", "O Fantasma da Ópera" e "Dublê da Morte". Mas para a Confraria ele será eternamente Freddy Krueger.




quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Como é feito o exorcismo ?



por Marina Motomura



No ritual, o padre reza e joga água benta sobre a pessoa possuída. Isso se considerarmos a cerimônia da Igreja Católica, mais discreta. Nas igrejas evangélicas, o exorcismo rola diante do público e o obreiro pode até chacoalhar o possuído.

“Em uma casa, não é possível coabitar Deus e o Diabo. Onde está Deus, o Diabo não entra. O padre faz com que a família creia na presença de Deus, e isso vai eliminando o Diabo”, diz o padre José Antonio Trasseretti, professor de teologia da PUC de Campinas.

Antes do ritual, o padre verifica se a pessoa está mesmo possuída. Geralmente, há quatro sinais de possessão: domínio de línguas desconhecidas, conhecimento de assuntos improváveis (detalhes da vida do exorcista, por exemplo), força incompatível com a condição física e a idade do sujeito, e aversão ao sagrado. Com a possessão confirmada, o padre dá início ao ritual, que segue o livro Ritual de Exorcismo e Outras Súplicas, publicado pelo Vaticano e reproduzido no Brasil pela Editora Paulus.

PEDE PARA SAIR!
Receita católica para expulsar o Diabo inclui reza, água benta e cruz

1- O exorcismo deve ser discreto, em casa ou em um oratório, com a presença de familiares. Se a vítima apresentar força anormal, pode ficar amarrada em uma cama ou cadeira. O local deve ter um crucifixo e uma imagem da Virgem Maria

2- O rito começa com aspersão de água benta, que pode ser adicionada de sal. A água, jogada sobre o atormentado e sobre os demais presentes, recorda a purificação recebida no batismo. Depois, o sacerdote convida todos a orar

3- Agora é hora da reza brava. O padre recita um ou mais salmos que exaltam a vitória de Cristo sobre o Maligno e lê trechos do Evangelho. O passo seguinte é impor as mãos sobre o fiel atormentado e ler mais palavras de fé

4- Não poderia faltar a principal oração, o Pai-Nosso, que todos rezam de mãos dadas. O padre faz o sinal-da-cruz e assopra a face do fiel possuído, dizendo mais palavras sagradas contra o demônio

5- As “fórmulas de exorcismo” são as orações finais. Há dois tipos: a deprecativa, mais “light”, e a imperativa, usada em casos mais extremos. O rito termina com canto de ação de graças, oração e benção

6- Depois da reza e da água benta, o padre avalia se o Diabo saiu ou não pelo semblante da pessoa: se ela estiver calma e demonstrar paz de espírito, sucesso! Se não der certo, rolam novas sessões


Herói ou Bandido ?




Virgolino nasceu no dia 07 de Julho de 1897, no Sítio Passagem das Pedras, na Serra Vermelha, atual Serra Talhada. Seus pais eram José Ferreira e Maria Sulena da Purificação.

O bando do mais temido dos cangaceiros, entrava cantando nas cidades e vilarejos. Com chapelões em forma de meia lua ricamente ornamentados com moedas de ouro e prata e roupas de couro, os bandidos chegavam a pé e pediam dinheiro, comida e apoio. Se a população negasse, a cantiga cedia lugar à marcha fúnebre: crianças eram seqüestradas, mulheres violentadas e homens, rasgados a punhal. Mas, caso os pedidos fossem atendidos, Virgolino Ferreira da Silva, o Lampião, organizava um baile e distribuía esmolas.

Na manhã seguinte, antes que os soldados da volante viessem, o bando partia em fila indiana, todos pisando na mesma pegada. O último ia de costas, apagando o rastro com uma folhagem.



Foi assim por quase três décadas. Vagando por sete Estados, Virgolino semeava terror e morte no sertão. O fracasso das operações preparadas para capturá-lo e as recompensas oferecidas a quem o matasse só aumentaram a sua fama. Admirado pela sua valentia, o facínora acabou convertido em herói. Em 1931, o jornal New York Times chegou a apresentá-lo como um ROBIN HOOD DA CAATINGA, que roubava dos ricos para dar aos pobres. O próprio Lampião, era tão vaidoso, a ponto de só usar perfume francês e de distribuir cartões de visita com sua foto. Gostava também, de entrar nos povoados atirando moedas.

Fisicamente, Lampião era um homem de 1,70 m de altura, amulatado, corpulento e cego de um olho. Adorava adornar seus dedos com anéis e usava no pescoço lenços de cores berrantes, preso por valioso anel de doutor em Direito.

Era, porém, um bandido sanguinário. Durante suas andanças, arrancou olhos, cortou línguas, e decepou orelhas. Castrou um homem dizendo que ele precisava engordar. Moças que usassem cabelos ou vestidos curtos ele punia marcando o rosto a ferro quente. Em Bonito de Santa Fé, em 1923, deu início ao estupro coletivo da mulher do delegado. Vinte e cinco homens participaram da violação.

A sua sanha assassina foi despertada em 1915. Virgolino contava com 18 anos quando um coronel inimigo encomendou a morte de seus pais.

- "Vou matar até morrer" - prometeu ele, cheio de ódio e desejo de vingança.

Alistou-se em um bando de cangaceiros e foi logo promovido a líder. Envolveu-se em cerca de 200 combates com as "volantes", que resultaram em um milhar de mortes. As "volantes" eram constituídas de "cabras" ou "capangas" que eram familiarizados com o sertão. Elas acabaram tornando-se mais temidas pela população do que os próprios cangaceiros, pois além de se utilizarem da violência, possuíam o respaldo do governo.

O célebre apelido, recebeu depois de iluminar a noite com tiros de espingarda para que um companheiro achasse um cigarro.



O que aconteceria se a terra parasse de girar ?


O assunto já foi tema de filmes sobre catástrofes, mas ainda assim causa incertezas na comunidade científica sobre suas reais conseqüências. Para o biólogo Wellinton Delitti, do Departamento de Ecologia do Instituto de Biociência da USP, se um dia a Terra parar de girar, o mais provável é a extinção total de vida no planeta.

Delitti acredita que o fenômeno começaria paralisando inicialmente o sistema climático, a circulação marinha e a vida dos seres humanos. Para ele, "uma área do planeta ficaria virada para o Sol, podendo ficar exposta a altas temperaturas, assim como outra parte ficaria totalmente escura, com a possibilidade de baixíssimas temperaturas".

Em razão disso, a possibilidade de algum ser vivo sobreviver seria bastante remota. "Talvez tivessem alguma chance os organismos que vivem no fundo do mar, próximos a abismos que expelem calor das profundezas da Terra, já que eles têm a vida baseada na quimiossíntese (que não depende da luz solar)."

Apesar disso, o biólogo destacou que o mais provável seria "uma catástrofe inimaginável que destruiria todo o ecossistema terrestre".

Já o professor Marcelo Knobel, do Instituto de Física da Unicamp, destaca que as circunstâncias do fim do movimento de rotação da Terra seriam determinantes.

"A Terra sairia de uma velocidade de aproximadamente 900 km/h (em latitude de 45°) para zero, causando uma forte freada, mas essa velocidade pode variar, dependendo da latitude."

Segundo ele, provavelmente os prédios e casas do mundo inteiro cairiam e uma espécie de terremoto assolaria a superfície terrestre. Já a gravidade não mudaria em absolutamente nada e poucas coisas seriam alteradas em relação a isso.

Knobel acrescentou ainda que o conceito de dia e noite sofreria graves mudanças, ou seja, o dia no planeta não teria mais um período de 24 horas, e sim, a duração de um ano. "Essa variação depende absolutamente da rotação terrestre", completou.