segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Consciência Pós Morte na Ciência



Segundo Carlos Antonio Fragoso Guimarães a Psicologia Transpessoal é a corrente mais avançada em Psicologia que acredita na consciência pós a morte. Segundo Carolina Ioca a Psicologia Transpessoal é um instrumento de pesquisa da natureza essencial do ser. Para ela a energia nunca morre, mas sempre se transforma. A energia seria igual a consciência que seria igual ao infinito.


Aporte a Psicologia, na medicina, uma pesquisa de quase morte feita em dez hospitais da Holanda, pelo dr. Sam Parnia e o dr. Peter Fenwick observou mil e quinhentas pessoas em seu leito de morte. Destas, noventa por cento sofreram ataques cardíacos e dez por cento, foram vítimas de acidentes.


Foram constatadas mortas pois o coração, a respiração e os impulsos cerebrais haviam parado.


Dez por cento destes pacientes, que puderam ser ressuscitados, tiveram certas experiências no tempo em que estavam mortos.


Como exemplo relataram que podiam ver e ouvir o que estava acontecendo na sala onde estavam. Já que haviam sido considerados mortos, como isso pode acontecer? Alguns pacientes reconheceram pessoas que ajudaram na sua ressurreição. Outros se lembram das conversas entre os médicos. Eles enxergavam o que os médicos faziam para trazê-los de volta à vida.



 Estas pesquisas são muito curiosas. Como explicar que pessoas devidamente mortas possam ter vivenciado as situações reais que ocorriam no hospital.


Nesta mesma pesquisa alguns pacientes experimentavam inclusive ver e ouvir coisas em outros lugares do hospital. Um deles, relatou que foi até o recinto ao lado e conversou com uma mulher que também estava clinicamente morta.


Um relato impressionante foi que enquanto do lado de dentro os médicos trabalhavam pra ressuscitar um homem, este mesmo homem jura que foi passear, viu um conhecido no parque, o que foi confirmado depois pelo próprio.


Neste mesmo passeio o paciente testemunhou um atropelamento na rua. O atropelado e o paciente chegaram até a conversar. O atropelado sumiu em uma luz, o paciente sentiu uma forte atração para voltar para o hospital.


Os pesquisadores checaram a história na delegacia. O atropelamento aconteceu exatamente como ele falou. Incrível!


A pesquisa foi tão motivadora que os médicos formaram uma fundação para estudos sobre vida pós morte, vista a necessidade de continuar pesquisas em escala maior








A Invenção da Montanha Russa


Os inventores foram os russos. As primeiras montanhas-russas, surgidas entre os séculos XV e XVI, eram feitas de gelo, desde a pista até aos carrinhos.


Era um desporto de inverno. Os aventureiros sentavam-se em blocos com assentos escavados e recobertos de palha e desciam a montanha.


O primeiro carrinho com rodas foi construído em 1784, em São Petersburgo, ainda na Rússia governada pelos czares.


Na Europa, os primeiros a importar a idéia foram os franceses, em 1804.


O carrinho nem sempre conseguia parar no final da rampa e muita gente se aleijava.


O brinquedo foi-se aperfeiçoando e espalhou-se por todo o mundo .

sábado, 12 de dezembro de 2009

Homem foi sete vezes atingido por raios


O norte-americano Roy Sullivan foi atendido sete vezes em hospitais, entre 1944 e 1977, por ter sido atingido por raios, porém nunca sofreu mais do que queimaduras leves. Sullivam morreu apenas em 1983, sem que nenhum raio o tivesse atingido. Ele suicidou-se devido a um desengano amoroso.

Nariz e orelhas nunca param de crescer



O tecido cartilaginoso, que forma o nariz e as orelhas, não deixa de crescer nem mesmo quando o indivíduo torna-se adulto. Daí porque o nariz e as orelhas de um idoso são maiores do que quando era jovem.  A face também encolhe porque os músculos da mastigação se atrofiam com a perda dos dentes.

O expresso da meia noite

Sinopse

Billy Hayes (Brad Davis), um estudante americano, ao visitar a Turquia decide traficar alguns pacotes de haxixe, prendendo-os debaixo de suas roupas. Seu plano acaba não dando certo e ele é preso, com sua vida se transformando em um pesadelo a partir de então, pois é brutalmente espancado e jogado em uma imunda prisão. Quando espera ser libertado é levado a um novo julgamento com efeito retroativo, que o condena a uma longa pena.






Fortíssimo filme sobre dor, miséria e liberdade. Acompanhamos através das lentes de Alan Parker a trajetória cruel vivida por um jovem preso na Turquia por carregar drogas. As cenas são chocantes, profundas e gélidas. Alan Parker faz uma fita brutal e cheia de contundência sobre a prisão turca, o resultado é tão cruel e crítico que Parker passou a ser odiado na Turquia. A fita é opressiva e sufocante, do mesmo jeito que o personagem fica enjaulado e sem formas de se movimentar o espectador se sente da mesma maneira e se sente vulnerável. Não é um filme fácil e confortável de se ver. É preciso ver o filme com uma certa frieza, pois as cenas são de difícil compreensão e se não entrar no clima e ser uma testemunha do que acontece na prisão dificilmente gostará do filme. Billy Hayes (Brad Davis) é um jovem rapaz de boa família e de situação financeira confortável. Ele e sua namorada estão na Turquia e estão retornando ao país natal. Billy tem um plano idiota: levar para os EUA uma droga chamada haxixe, a qual ele conseguiu com um taxista. Para conseguir passar pela guarda local com 2 Kg do produto amarra em seu peito a droga. O plano acaba falhando e Billy acaba indo para a prisão. O local é praticamente um ninho de rato. Sujo, imundo e mal tratado. Em seu julgamento Billy pega a pena leve, levando-se em conta o crime cometido. A partir dali, ele passa a se comportar e a fazer amizades no local. Porém, essa pena que ele recebe errado acaba sendo anulada e ele vai para um novo julgamento. Ele perde a cabeça e pega uma punição muito pesada. Agora de menino comportado ele passa a bolar planos para fugir do local junto com mais dois prisioneiros. Mas o caminho não é fácil, pois qualquer erro e a punição é severa. E ainda um dos prisioneiros é infiel com os outros e nem se importa em acabar com o plano deles. Billy terá que ser forte para manter a sanidade, que parece que seus amigos estão perdendo. Alan Parker conduz o filme com extrema maestria e ousadia. A cada cena uma nova emoção, um novo ângulo, uma nova mensagem, uma nova imagem. Um trabalho de personalidade. Parker realça bem a angústia, a ânsia, vontade e a sensação do personagem. Isso ainda é brilhantemente passado ao espectador também pela ótima revelação da época, o ator Brad Davis, que transmite todos os sentimentos do personagem com extrema sensibilidade e com grande empenho. Este promissor ator viria a morrer anos depois, de Aids. A elaboração do roteiro também é muito competente. Oliver Stone se baseou no livro de Billy Hayes e William Hoffer para compor o enredo do filme. O personagem enfrenta a prepotência dos guardas locais, errado a falta de luz na vida, a solidão, entre muitas outras coisas, chegando ao desfecho duvidoso. "O Expresso da Meia-Noite" ressalta a falta de humanismo, de justiça e de comoção na prisão. O personagem errou, assumiu o erro e cumpriu a pena dada, porém a falta de justiça o condenou novamente e fez com que sua vida fosse por água abaixo. Ele teve que lutar por uma liberdade, cuja a qual ele já tinha por direito. Na vida todo mundo erra (pelo menos eu acho), alguns erros são facilmente contornados, outros tem conseqüências mais drásticas. O personagem aqui sofre por seu erro e ainda pelo erro dos outros. Alan Parker faz um trabalho excelente, mais uma vez dando total valor à liberdade."




















terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Beatbox na flauta

Beatbox na flauta



Greg Pattillo é um flautista americano, reconhecido mundialmente por redefinir o som da flauta através do uso do "beatbox". Ele foi elogiado pelo The New York Times como "a melhor pessoa do mundo naquilo que faz". Seus vídeos no YouTube foram exibidos por mais de 20 milhões de vezes. Só o tema do Inspetor Bugiganga foi visto por mais de 17 milhões de pessoas.